segunda-feira, 12 de junho de 2017

Donzelas cristãs: Vocês e vossa pureza




Puras!

Corpo puro, corpo casto - eis o programa cristão para as jovens de vinte anos, tanto hoje como sempre, e apesar de tudo.

Disse Deus em Seu mandamento:

"Não pecarás contra a castidade, nem de corpo nem de consentimento".

Em Seu Evangelho disse Jesus:

"Bem-aventurados os corações puros, pois verão a Deus".
"Se teu olho é objeto de escândalo, arranca-o e atira-o longe".

Um olhar cheio de desejo é "o adultério cometido no coração".

Coração puro, que só ama aquilo que verdadeiramente pode amar e com um amor que não é pecaminoso.
Corpo casto, que se proíbe todo prazer culpável.

E este o programa cristão.
Esplêndido, na verdade. Demasiado, pensam alguns.

Irrealizável, censuram outros. Difícil, todos o reconhecem. Mas é um programa, fórmula do dever, ideal que todos devem procurar realizar. Somente aí se encontram a beleza moral e a verdadeira vida.

Em que consiste ele? Disseram-no as Escrituras na descrição profética que fizeram da Mulher perfeita. Virgem e Mãe.

Está escrito no Gênesis, Livro do Início das Coisas:

"Serpente, farei inimizade entre ti e a mulher; ela te pisará a cabeça e tu lhe machucarás o calcanhar." (Gênesis, III, I).

Está escrito nos Evangelhos:

"Quando a ti, mulher, uma espada te trespassará a alma." (São Lucas, II, 35)

Está escrito no Apocalipse, livro do Fim das Coisas:

"Um grande sinal apareceu no céu: uma mulher resplandescente de luz, com uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça." (Apocalipse, XII, I)

Serpente esmagada.
Coração despedaçado.

As lutas

Os pés sobre a serpente

Não se conquista nem se conserva a pureza senão por uma luta generosa que a vitória culmina. Principalmente quando se trata de jovens que prementes razões atiram ao reboliço do mundo, com seus perigos, suas seduções, seus atrativos, suas inimizades, de que a vida está cheia.

A vida não é o inferno onde tudo é feio e mau. Também não é o paraíso onde tudo é luz, inocência e paz.

Ela é a vida, o campo de cultivo no meio da floresta, a vaga que se atravessa em alto mar e quando a tempestade se aproxima, o campo de batalha onde os inimigos se chocam.

Os impuros são os vencidos que, ou ficam prisioneiros ou são mortos pelos vencedores.

Ora, o inimigo, tanto nos Livros Santos como na Aparição, é uma serpente. Uma serpente amarelada. Uma víbora esverdeada.

Símbolo mais do que significativo! terrivelmente exato. Sabem-no melhor do que ninguém as vitoriosas, aquelas que, sob o pé virginal, a sentem ainda fremente, e, embora esmagada, ainda viva.

A serpente constitui, contra a pureza, as múltiplas e infinitas tentações.

Quando falo em tentação, não a considero como um leão: ele é por demais franco; não como o touro, ele é muito forte; não como um boi: ele é muito pesado. É uma víbora, a falada serpente do Paraíso terrestre, que nunca mais se modificou.

A serpente é aquilo que rasteja

Não anda, não salta, desliza apenas. Seu ventre toca a terra. Rasteja entre as pedras, os espinhos, as ervas secas. Sorrateia, ágil, silenciosa, semelhante à patrulha que, em noite calma, surpreende uma sentinela.

Tem asco de si própria, não é como o pássaro que voa em plena luz.

Rasteja cheia de terra, de lama úmida ou quente, de acordo com o terreno ou a hora do dia.

É assim que se insinua a tentação. Ela se agita no mais íntimo da sensibilidade, contorna as resistências da consciência, penetra pelas menores fendas e, pouco a pouco, entra no coração onde descansa um pouco como se fosse uma serpente que se apoia numa moita.

A serpente é aquilo que se adapta

Toma a cor das coisas e do meio. Está presente sem denunciar claramente sua existência. Mal se distingue se de fato é uma serpente ou uma haste verde ou um galho seco caído ao chão. Assim na guerra usam os soldados o capote cor de terra quando atacam pelos campos verdejantes, ou a roupa branca quando patrulham na neve, em noite de lua.

A tentação também se tinge com as cores do ser que pretende conquistar. Existem almas delicadas e, para com elas, é necessário mais tato. Há almas grosseiras para as quais não é preciso tanto rodeio. Existem, finalmente, almas delicadas que exigem um licor mais forte. De qualquer maneira, trata-se de impedir a fuga, de não assustar a ingênua quietude.

Para o sedutor, o adaptar-se é o meio mais eficaz de bom êxito. Terna era a voz da serpente quanto tentava Eva. E ela, devido à juventude de seu coração intacto, se encantava com sua voz. Pouco a pouco dela se aproximava, confiante e maravilhada, à medida que ouvia suas palavras. Astuciosa como era, a serpente nada dizia que pudesse sobressaltar. Adaptação.

A serpente é aquilo que se renova

Em certas estações, muda de pelo, rejuvenesce, transforma-se, de feia que é, numa beleza. No fundo, continua a mesma, mas os homens também trocam de vestimenta para irem às festas. As modas femininas se renovam, também a natureza na primavera. E ela, a serpente, porque não o fará também? Sua pele velha, suja, quase sem cor, arrastada ao longo dos caminhos, achamo-la num atalho qualquer do bosque, enquanto que, com sua pele nova, sempre rastejando, a serpente prossegue em sua caça silenciosa.

Do mesmo modo, a Tentação muda de processos, aprimora sua sedução, para, no momento decisivo, propor o que tem proposto há milhares de séculos. Em sua essência, não há novidade quanto ao modo de pecar, de decair, tornar-se impuro. O desejo humano, no que tem de mais atraente, são os mesmos sob todos os céus e em todas as épocas. A única coisa que muda é o modo de atingir o fim, como também o modo de chamar a atenção provocando a curiosidade.

Vemos, pois, que os sedutores, (livros, teatro, cinemas, prazeres) de geração, de país em país, adquirem um novo hábito, um acento inédito. Rejuvenescem a forma sem, contudo, alterarem a essência secular do vício.

Eis o porque o mundo, que varia tão pouco de aspecto, nos aparece tão deliciosamente diferente, e o pecado, que é coisa banal, sempre com um tom de frescura. Cuidado com o cansaço por saturação e com a falta de apetite pela repetição contínua da mesma refeição. A tentação o sabe.

Como a serpente, ela se renova.

A serpente é aquilo que espreita



Algumas vezes, preguiçosamente enroscada na terra quente, espera de olhos abertos. Outras vezes, suspensa num galho de árvore, pronta a cair sobre o viajante, observa, vigia. Ela conhece a hora propícia; já estudou os hábitos dos pássaros e dos outros répteis. Pois o leão não tem fome justamente na hora em que os outros animais da floresta, que têm sede, descem para as fontes?

A pressa passa. A serpente a observa, salta e a engole.

Também assim, nas esquinas, nas praças públicas, a janela, nos salões, por onde passam e vivem as vítimas escolhidas, a tentação espreita. Para esperar, tem toda a paciência e multiplica todas as ocasiões.

Observa qualquer distração, qualquer sinal de tristeza numa fisionomia, os menores sorrisos reveladores, as atitudes que demonstram que o ser está fraco e, por conseguinte, não terá forças para se defender. Ela adivinha quando seu encanto vai entrar em jogo e quando a carícia de sua voz se tornará irresistível.

Tem fome e, como aprecia sobretudo o pão que se lhe oferece e não aquele que consegue violentamente, espreita o momento único e decisivo. É chegada a hora de atacar. A boca da serpente está agora completamente aberta para devorar sua vítima...

A serpente é aquilo que silva

Porque será que ela silva, ela que comumente esconde sua presença e desliza em silêncio? É para que, ouvindo-a, procuremos vê-la ou, então, que fujamos dela.

No primeiro caso, se é vista, consegue despistar a curiosidade da futura vítima. No segundo, se se lhe foge, segue a pista, encontrando logo o caminho para atingir a vítima. Daí o silêncio e o assobio; ora um, ora outro. Sábia alternativa, pois é preciso esconder-se para não atemorizar e apresentar-se para chamar a atenção.

E como poderia a tentação seduzir se se mantivesse ignorada? Trata, pois, de ser vista, procura hipnotizar, tenta deter os passos diante de si.

O esplendor de certas vitrines, a audácia de certas fazendas, a insolência de alguns olhares, o título de alguns livros ou de algumas peças teatrais, o desenho de alguns cartazes, que é senão a serpente que silva?

Chama a tentação: "Por aqui! Por aqui!... vejam! vejam!"

A jovem de nossos dias ouve esse assobio por toda a parte. Quase sempre será uma infeliz se o escutar! Porque, na verdade, é belo, diabolicamente belo o que a tentação oferece ao tolo que se detém. Tantos doces atrás do vidro! Porque não desejar prová-los? Porque não adquiri-los se temos o dinheiro? Porque não aceitá-lo se no-los oferecem? Seria preciso, embora com sacrifício, não voltar a cabeça e, precipitadamente, tão desdenhosa quanto ansiosa, fugir para não ver, receando desejar.

A serpente é aquilo que fascina

Os olhos da serpente! a corrente magnética que deles se desprende e cria, em sua volta e a uma grande distância, uma zona de atração de temíveis efeitos!

Já se sabe a história; inútil, pois, dar-lhe minúcias. A serpente e o pássaro! Os olhos da serpente e os olhos do pássaro! A irresistível fascinação! O tremor das asas! A descida imperceptível, angustiosa e fatal! A goela aberta, o desaparecimento do pássaro na boca enfaímada... e a demorada digestão...

É o drama das florestas.
Fronte aureolada.
Eis toda a pureza de uma jovem.

Assim foi que, no dia 29 de novembro de 1830, a Virgem Imaculada apareceu a Catarina Labouré, Irmã de Caridade, na capela da Casa-Matriz, rua do Bac.

Estava a Virgem esmagando com os pés a cabeça de uma grande serpente amarelo-esverdeada. De suas mãos estendidas jorrava luz e sobre sua cabeça havia uma coroa de estrelas. E atrás da visão estavam dois corações, o Coração de Cristo com seus espinhos, e o Coração de Maria trespassado pela espada.



Está tudo explicado.

As lutas que a pureza supõe, é a serpente sob os pés da Virgem.
Os sacrifícios que a pureza reclama, é o coração ferido que sangra.
O deslumbramento que a pureza cria, é a fronte coroada de estrelas.

As puras são vitoriosas, sofredoras, irradiantes...

É o drama da vida. E como é fascinante a vida! Um atordoamento de luzes, de "toilettes", de espetáculos! E o pecado que prende com tão pérfidos olhares! E o magnetismo de certas vozes! E o tirânico torpor de fisionomias ternas e afetadas! Canções... músicas... perfumes... risos... cochichos... Tudo a que o mundo chama "vida" e constitui grande tentação para as almas jovens! Afim de vê-la uma só vez, quantas não se foram, encantadas e vencidas, com um sorriso cruel e doce! E, depois, tornam-se assíduas! E que será agora para ela o caminho obscuro e pedregoso da aldeia natal, depois da iluminação feérica da cidade!... A consciência se agita. Mas a vertigem delas se apodera e a fascinação fá-las adormecerem no grande sono dos corações enfraquecidos e condescendentes!

A serpente é aquilo que envolve

Todo o mundo sabe que a cobra, em baixo de um determinado dente, segrega, acumula e conserva o veneno, e como é mortal esse veneno! Dizem que o compõe com a sua própria maldade, com a necessidade que tem de prejudicar, com seus instintos dúbios e vingativos. É uma mistura sabiamente dosada para, com ela, matar.

Também os sedutores têm seu veneno. São maus. O vício corrompeu-lhes a alma; a paixão transformou-lhes o coração e o sangue. Reduziram-se aos seus próprios pecados. O mundo está cheio de orgulho, de inveja, de luxúria, com toda a sua cínica desenvoltura. Existe veneno na língua do mundo, também o há em seus olhos, na ponta dos dedos e nos lábios. Tanto em suas obras como em suas palavras, encontramos uma ponta de veneno. Licor perfumado e venenoso, cuidadosamente chamado por um nome inofensivo. Quem o bebe acredita tomar um aperitivo ou um entorpecente. E bebe a própria morte. Quem por ele também se deixa picar, pensa que vai apenas dormir para ter lindos sonhos e diminuir um pouco uma dor passageira. E suicida-se. Arsénico com gosto de licor, cica cheirando a flor de laranjeira, eis o veneno da serpente. Mas, como a serpente se apresenta com uma fisionomia humana e sorri, quem cuidará de enxugar essa pequena gota de saliva que lá ficou como vestígio de um beijo e que só mais tarde se perceberá ser a mordida fatal?

A serpente é aquilo que cospe

Existe uma espécie de serpente cuspideira que, de longe e habitualmente, lança seu veneno aos olhos da vítima, cega-a, queima-a e suja.

Foi este cuspo que profanou a fronte e as faces de Jesus quando, na noite da Paixão, Satanás lho arremessava pela boca dos criados.

Quando é preciso, a tentação tem a garganta cheia desse cuspo nojento. Quando não pode matar, suja, calunia, desonra. Faz corar a vítima por tudo aquilo de que ela se sente enlameada.

A ameaça de tais escarros intimida. O receio de os receber talvez convide a trêmulas concessões. E é isto mesmo que imagina a serpente-tentação quando, para se aliviar de seu próprio tormento ou vingar-se de seus malogros, enlameia a reputação dos outros, impotente que é para envenenar a consciência deles.

A serpente é aquilo que se ergue

A ágil se endireita. A besta encrespada, de pé, nervosa, irritada, ameaçadora, assassina, ergue-se. E sua cabeça se alonga, fremente, os olhos injetados, para a derradeira luta. Já acabou de rastejar, de fascinar, de esperar. Luta de morte. Qual será o mais forte?

E nisto está, em sua maldade provocante, pronta para tudo, a tentação da vida contra os corações puros. Conseguiram fugir, esconderam-se, resistiram aos seus encantos, fingiram não compreender seus acenos, responderam com repugnância. Não se deixaram aprisionar, o magnetismo do olhar carregado de volúpia, com toda a sua meiguice, não arrastou a alma ansiosa até a goela do pecado. Mas ainda ficam a brutalidade, a crueldade, o segredo de prejudicar, enfim, todo um conjunto de sutilezas de que dispõe o vício para a arrastar a juventude indefesa. Jogo sinistro, tão odioso como era o de Nero após suas orgias, sem piedade como era, na época das perseguições, o que se lançava contra as virgens cristãs.

Imaginem pois! Uma moça, só, que pretende ter razão contra todo o mundo! O mundo não se conforma. Na verdade, para quem quer ser reta, direita, existem lutas tremendas a enfrentar. Em seu redor, na sua frente, perto de si está erguida a serpente.

A serpente é aquilo que morde

Ela morde. Pela ferida que fica penetra o veneno.

A vítima já foi contaminada. A febre sobe, o sangue se decompõe, é lenta ou rápida a agonia. Terríveis convulsões e o corpo esfria.

Assim é que, diariamente, morde em tantos jovens corações. Estão calmos, a serpente morde e eis que se agitam com batimentos desordenados. Estão seguros, a serpente morde e eis que estranhos desejos, vergonhosas curiosidades os oprimem. São piedosos, a serpente morde e eis como que um sorriso desdenhoso que substitui a antes suave oração da manhã e da noite. São nobres, altivos, cheios de luz, a serpente morde e eles se encerram num mutismo absoluto, como para esconder seu vergonhoso desastre.

***

Muito mais numerosas que as serpentes dos bosques, das moitas, das grandes florestas, estão espelhadas pelas casas e pelas ruas as serpentes-tentadoras. Existem aos milhões. A espécie pulula. Arrastando-se, adaptando-se, renovando, espreitando, fascinando, envolvendo, venenosas, cuspindo, erguidas, mordendo, com quantas surpresas ameaças as jovens! Cercam-nas com tantos horrores!

Por demais comprida, com a sinuosidade de suas curvas, percorre a terra com sua pele verde-amarelada. Está em toda a parte, em todo o lugar é vista, em todo lugar se tropeça nela.

Não é necessário, para que uma jovem, obrigada a percorrer os caminhos da vida, chegue intacta aos seus vinte anos, não é necessário que tenha resistido, que tenha fugido, que tenha lutado heroicamente? A jovem de nossos dias, que se conserva pura, pode considerar-se uma vitoriosa. Sob seus pés, boca escancarada, a serpente se agita. Retorce-se, grita... mas a jovem pisa-lhe a cabeça e a esmaga.

Exagero?

Perguntem a quem de direito. Elas, que são conhecedoras do assunto, lhe responderão.

E quais são as que o sabem?

As que frequentam os salões mundanos, os escritórios, as oficinas, as fábricas, numa palavra, aquelas para as quais desde então se torna impossível ver, cedo ou mais tarde, a serpente amarelo-esverdeada arrastar-se pelos caminhos.

Dentre elas, existem as corrutoras, filhas da víbora, por ela mortas e por ela geradas. Bem que sabem que o método mais eficaz é justamente o empregado pela serpente.

Dentre elas também encontramos, pobres almas a lamentar, as vencidas, as perdidas, carcomidas pelo vício. Essas bem que sabem, devido à experiência humilhante, que é realmente a serpente, a tentação impura e universal. Ouviram o assobio, viram o olhar fascinante, tremeram diante da chegada sinuosa, sentiram o cerco feito á sua consciência e a ameaça diante de sua fronte. O coração ferido sabe qual o veneno que o intoxicou e de que espécie é a mordida que a picou. Sabem que foi uma luta de serpente contra pássaro e que sua queda foi uma queda de pássaro hipnotizado.

Dentre elas há, finalmente, as vitoriosas, as virgens cuja virgindade foi cuidadosamente conservada ou valentemente defendida. Não mais se iludem devido ás suas recordações, não mentem devido à sua lealdade. Dessa luta ficou-lhes uma angústia calma ou uma calma angustiada. Ambas as coisas. É a lição da vida e a experiência da luta. Não que tenham necessidade de lutar durante toda a sua juventude, e desviar sempre os olhos e apelar para quem lhes pudesse valer, mas desde que venceram, é porque combateram. Sabem que nem sempre a luta se processa em pleno dia, sob o céu límpido, como dois leões da floresta, mas que é um empreendimento sorrateiro da serpente em volta de sua presa e, como diz o Gênesis, entre o coração puro e a tentação da vida existe realmente uma inimizade como a existente entre a mulher e a serpente. As triunfantes, quando estão pisando o inimigo, são verdadeiras "filhas da Mulher" de pé sobre a serpente esmagada.

(Jovens: Vocês e a vida - coleção moças, pelo Fr.M. A. Bellouard O.P. ; edições Caravela LTDA, 1950, continua com o post: Os sacrifícios)


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